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Reprodução

Uma boa reprodução é sobretudo papelada e paciência

Visto de fora, a reprodução responsável parece bem menos dramática do que soa: exames de saúde antes de cada acasalamento, contratos que protegem tanto o comprador como o animal, e a disponibilidade para recusar um acasalamento que parece bom no papel mas comporta um risco real.

A genética já não é opcional

O rastreio de doenças hereditárias e o acompanhamento do coeficiente de consanguinidade são hoje prática corrente entre criadores sérios, e não um passo extra reservado aos mais cautelosos. As ferramentas para verificar isto antes de um acasalamento existem, nomeadamente através do Clube Português de Canicultura, e estão cada vez mais acessíveis.

Três partes da mesma responsabilidade

Reprodução Responsável trata das normas e dos contratos. Genética trata do rastreio e da forma como a hereditariedade se manifesta na prática. Consanguinidade e Coeficiente de Consanguinidade trata especificamente do coeficiente de consanguinidade: o que mede e o que os criadores fazem com esse número.

Que exames de saúde devem ser feitos antes de reproduzir um cão ou gato?

Depende da raça, mas inclui geralmente a avaliação das ancas e dos cotovelos, um exame aos olhos e testes genéticos para as condições conhecidas nessa raça.

Qual é um coeficiente de consanguinidade razoável para ter como objetivo?

Um valor mais baixo é geralmente mais seguro, e muitos clubes de raça publicam recomendações, mas o número certo depende da diversidade genética já existente na raça. Consulte a subcategoria Consanguinidade e Coeficiente de Consanguinidade para mais pormenores.

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