
Terrier Escocês
O Scottish Terrier é uma raça escocesa digna e independente, de silhueta distintiva, conhecida por seu caráter confiante e leal.
- Size
- Pequeno
- Lifespan
- 11–13 years
- Origin
- Escócia
- Temperament
- Digno
- Standard colors
- Preto, Prateado, Vermelho e Trigo
Characteristics
Coat and grooming
How the Terrier Escocês coat is built, and what that means when you groom it.
- Camadas da pelagem
- Pelagem dupla
- Textura do pelo
- Duro
- Comprimento do pelo
- Médio
- Queda de pelo
- Queda baixa
Grooming guidance
Cuidado: A Terrier Escocês coat should be hand-stripped rather than clipped.
Um pelo duro deve ser puxado pela raiz assim que está pronto a soltar-se. A máquina corta-o a meio e deixa o subpelo macio por baixo. O resultado é uma pelagem que volta mole e desbotada, e a textura impermeável só regressa depois de novo arranque manual.
Terrier Escocês colors and patterns
What each club's breed standard says about every Terrier Escocês color and pattern. Point at a ruling to see the club's own wording.
Breed standards describe the Terrier Escocês in Preto, Prateado, Vermelho e Trigo. Standard patterns: Tigrado e Tigrado reverso.
| Color or pattern | FCI | AKC | UKC | KC | KUSA |
|---|---|---|---|---|---|
| Preto | Padrão (“Black”) | Padrão (“Black”) | Padrão (“Black”) | Padrão (“Black”) | Padrão (“Black”) |
| Prateado | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“Silver Brindle”) | Padrão (“brindle of any color”) | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“brindle of any shade”) |
| Vermelho | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“Red Brindle”) | Padrão (“brindle of any color”) | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“brindle of any shade”) |
| Trigo | Padrão (“wheaten”) | Padrão (“Wheaten”) | Padrão (“wheaten”) | Padrão (“wheaten”) | Padrão (“wheaten”) |
| Albino | Não reconhecido | Não reconhecido | Desqualificante (“Albinism”) | Não reconhecido | Não reconhecido |
| Patterns | |||||
| Tigrado | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“Brindle”) | Padrão (“brindle of any color”) | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“brindle of any shade”) |
| Tigrado reverso | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“Brindle”) | Padrão (“brindle of any color”) | Padrão (“brindle of any shade”) | Padrão (“brindle of any shade”) |
| Color or pattern | FCI | AKC | UKC | KC | KUSA |
|---|---|---|---|---|---|
| Preto | No ruling | Padrão (“dark brown or nearly black, the darker the better”) | Padrão (“dark brown or nearly black, the darker the better”) | No ruling | No ruling |
| Castanho-escuro | Padrão (“dark brown”) | Padrão (“dark brown or nearly black”) | Padrão (“dark brown or nearly black”) | Padrão (“dark brown”) | Padrão (“dark brown”) |
| Castanho-claro | No ruling | Falta (“light eyes”) | Falta (“light eyes”) | No ruling | No ruling |
| Color or pattern | FCI | AKC | UKC | KC | KUSA |
|---|---|---|---|---|---|
| Preto | Padrão (“Black”) | Padrão (“black, regardless of coat color”) | Padrão (“black, regardless of coat color”) | Padrão (“Nose large, black”) | Padrão (“Nose large, black”) |
| Rosa | No ruling | Falta (“lack of pigment in the nose”) | No ruling | No ruling | No ruling |
| Patterns | |||||
| Nariz borboleta | No ruling | No ruling | Falta (“Incomplete nose pigmentation”) | No ruling | No ruling |
What the rulings mean
- Padrão
- Described by the club's breed standard.
- Falta
- Named by the club's breed standard as a fault: the animal can be shown but is penalized.
- Desqualificante
- The club's breed standard disqualifies an animal of this color or pattern.
- Não reconhecido
- The club does not accept this color or pattern for the breed.
Color changes
How a Terrier Escocês's colors can change over its life.
Pretochanges toFerrugem
Pelagem · Com a condição corporal · can change back
Pretochanges toCinzento
Pelagem · Progressivo
Pretochanges toCastanho
Pelagem · Ao sol · can change back
Pretochanges toNariz de neve
Nariz · Com a estação · can change back
Pretochanges toRosa
Nariz · Com a estação · can change back
Sources
Each ruling comes from the club's published breed standard or color list.
Meet some of our Terrier Escocês
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Sobre o Scottish Terrier
O Scottish Terrier é um terrier pequeno e compacto, originário da Escócia, com silhueta muito própria e um temperamento leal mas reservado com estranhos.
O Scottish Terrier é um terrier pequeno e compacto, criado nas terras altas da Escócia para caçar ratazanas e outras presas que se escondem em tocas, como raposas e texugos. As patas curtas, a cabeça alongada e a pelagem dura e áspera, tipo arame, dão-lhe um perfil que se reconhece à primeira vista. A maioria das pessoas associa a raça à cor preta, mas também há exemplares trigo e atigrados.
O carácter acompanha a estrutura física. Um Scottish Terrier é confiante, atento e independente, com opinião própria sobre como deve decorrer o seu dia. Cria laços fortes com a família, mas tende a ligar-se sobretudo a uma ou duas pessoas. Com estranhos mostra-se reservado, não propriamente amigável, e isso é normal na raça, não um defeito.
É um cão pequeno com uma personalidade de terrier grande. É corajoso, por vezes teimoso, e raramente pegajoso. Quem convive com um Scottish Terrier costuma descrevê-lo como um colega de casa com hábitos bem definidos.
| Característica | Detalhe |
|---|---|
| Origem | Escócia |
| Porte | Pequeno |
| Esperança de vida | 11 a 13 anos |
| Grupo / função | Terrier, originalmente caçador de tocas |
| Convive bem com | Donos dedicados e crianças mais crescidas; supervisionar junto de animais pequenos |
A quem se adequa esta raça
O Scottish Terrier convém a quem procura um cão pequeno com carácter forte e não espera mimos constantes. Adapta-se tanto a apartamentos como a casas, porque as suas necessidades de exercício são moderadas. Sai-se melhor com pessoas que gostam de um cão com opiniões próprias e que mantenham consistência no treino. Em casas com animais muito pequenos, como coelhos ou hamsters, convém ter cuidado redobrado, já que a raça conserva um instinto de caça acentuado.
História e origem
O Scottish Terrier nasceu nas terras altas da Escócia como cão de trabalho para tocas e foi normalizado como raça distinta no final do século XIX.
O Scottish Terrier descende dos terriers rústicos das terras altas da Escócia, onde agricultores e guardas-caça usavam cães resistentes e de patas curtas para controlar ratazanas e para tirar raposas e texugos das suas tocas. Durante grande parte da sua história inicial, o mesmo nome servia para várias raças de terriers escoceses de pelo áspero, ainda por separar como as conhecemos hoje.
Ao longo do século XIX, os criadores escoceses começaram a distinguir os vários terriers locais entre si. Os cães que deram origem ao Scottish Terrier, ao West Highland White, ao Cairn Terrier e ao Skye Terrier partilham raízes na mesma população regional. As disputas sobre tipo e nomenclatura eram frequentes, à medida que os entusiastas da raça tentavam fixar um padrão coerente.
Um padrão escrito para o Scottish Terrier foi elaborado na década de 1880, e a raça foi apresentada e registada como tipo distinto na Grã-Bretanha nesses anos. Daí espalhou-se para a América do Norte, onde foi reconhecida pelo American Kennel Club em 1885.
O Scottish Terrier tornou-se amplamente conhecido no século XX, em parte graças à sua presença na cultura popular e como companheiro de figuras públicas. Continua a ser uma raça reconhecida e estabelecida em todo o mundo, embora hoje seja mantida sobretudo como cão de companhia e já não como caçador de ratazanas. Em Portugal, o Clube Português de Canicultura, filiado na Federação Cinológica Internacional, regista a raça e segue o mesmo padrão internacional aplicado nos países de origem.
Aparência e padrão da raça
O Scottish Terrier é um terrier compacto e de patas curtas, com cabeça alongada, orelhas eretas e pelagem dupla e áspera, mais vista na cor preta.
O Scottish Terrier tem um corpo maciço e baixo, assente em patas curtas e firmes. A cabeça parece longa em relação ao corpo, com o crânio achatado, o focinho forte e uma barba e sobrancelhas bem marcadas, formadas pelos pelos mais compridos dessas zonas. As orelhas são pequenas, pontiagudas e mantidas eretas, e a cauda é curta e levantada. O contorno geral é anguloso e inconfundível em silhueta.
| Característica | Padrão |
|---|---|
| Altura | Cerca de 25 cm (10 polegadas) na cernelha |
| Peso | 8,5 a 10 kg (19 a 22 lb) |
| Pelagem | Pelo duplo: camada externa áspera, tipo arame, sobre subpelo macio e denso |
| Cores | Preto, trigo e atigrado (em vários tons) |
| Olhos | Pequenos, em amêndoa, castanho-escuros, bem separados entre si |
Pelagem e cores
A pelagem é o traço que mais define a raça. A camada exterior é dura e resistente às intempéries, enquanto o subpelo é macio e isolante, uma combinação adequada ao clima frio e húmido da sua terra de origem. O preto é a cor mais comum e a que a maioria associa à raça, mas o trigo varia entre a palha clara e o leonado suave, e o atigrado combina riscas escuras sobre uma base mais clara. Nos cães de exposição, o pelo mantém-se em condição através do stripping manual, que preserva a textura áspera; muitos donos de animais de companhia preferem tosquiar, o que amacia o pelo com o tempo.
Temperamento e comportamento
O Scottish Terrier é leal, independente e confiante, afetuoso com a própria família mas reservado com estranhos e com outros animais.
O Scottish Terrier é leal e dedicado à sua família, mantendo sempre uma postura digna e discreta. Tende a ligar-se com mais força a uma ou duas pessoas e demonstra afeto de forma constante, sem grandes efusões. Dentro de casa pode ser brincalhão e bem-humorado, mas não é um cão que exija atenção constante.
Com estranhos, a raça mostra-se cautelosa e vigilante. Essa reserva torna-o um bom cão de alerta, já que anuncia visitas, mas não é desconfiado sem motivo. A socialização precoce e continuada ajuda o Scottish Terrier a manter-se educado com pessoas novas em vez de ríspido.
Com outros animais, o quadro é variável. Muitos Scottish Terriers toleram bem os cães com quem cresceram, mas a raça pode mostrar-se dominante perante cães desconhecidos e mantém um forte instinto de caça em relação a animais pequenos. É independente e teimoso o suficiente para testar limites, por isso os donos precisam de paciência e coerência, não de imposição pela força.
| Traço | Classificação |
|---|---|
| Afeto | 3 |
| Energia | 3 |
| Facilidade de treino | 2 |
| Tendência para ladrar | 3 |
| Muda de pelo | 2 |
Cuidados e necessidades diárias
O Scottish Terrier precisa de cuidados regulares com o pelo, exercício diário moderado e um ambiente seguro, dado o seu instinto de escavar e caçar.
Cuidados com o pelo
- Escova a pelagem áspera duas a três vezes por semana para evitar nós, com atenção à barba, às patas e aos pelos do ventre
- Faz stripping manual várias vezes por ano para manter a textura correta, ou tosquia se preferires menos manutenção (a tosquia amacia o pelo)
- Limpa a barba depois das refeições, porque acumula comida e água
- Corta as unhas de poucas em poucas semanas e verifica as orelhas quanto a cera e sujidade
- Dá banho apenas quando necessário, porque banhos frequentes amaciam o pelo áspero
Exercício
- Proporciona 30 a 60 minutos de atividade por dia, divididos por um ou dois passeios
- Junta sessões curtas de brincadeira e jogos de faro ou de escavação para satisfazer o instinto de terrier
- Mantém o cão preso à trela ou num espaço vedado, porque persegue animais pequenos e ignora o chamamento quando está concentrado numa presa
- Evita esforço excessivo em dias quentes, já que a pelagem densa retém calor
Ambiente
O Scottish Terrier adapta-se bem tanto a apartamentos como a casas, desde que as necessidades de exercício e de higiene do pelo sejam satisfeitas. É um cão que gosta de escavar, por isso o tempo sem supervisão no jardim pode estragar canteiros e abrir passagens por baixo das vedações. A raça tolera melhor a solidão do que muitos cães de companhia, mas ainda assim precisa de companhia e de estímulo mental durante a maior parte do dia.
Alimentação e nutrição
O Scottish Terrier precisa de uma dieta completa, ajustada ao seu porte pequeno e nível de atividade, evitando excesso de peso e alimentos tóxicos.
Dá ao Scottish Terrier uma ração completa e equilibrada, adequada ao seu porte pequeno e à fase de vida. Como a raça é compacta e propensa a ganhar peso, as doses devem ser medidas em vez de deixadas à disposição, e os petiscos devem contar para o total diário. Escolhe uma fórmula com proteína de qualidade para sustentar a musculatura do seu corpo robusto, e divide a quantidade diária por várias refeições para ajudar a digestão e reduzir os pedidos de comida.
| Fase de vida | Quantidade diária | Refeições |
|---|---|---|
| Cachorro (2 a 6 meses) | Conforme o rótulo da ração para cachorros, dividida | 3 a 4 |
| Juvenil (6 a 12 meses) | Cerca de 3/4 a 1 chávena | 2 a 3 |
| Adulto | Cerca de 1 a 1,5 chávenas | 2 |
| Sénior | Reduzida para manter o peso | 2 |
Petiscos e suplementos
Usa petiscos em pedaços pequenos para o treino e mantém-nos abaixo de cerca de 10 por cento das calorias diárias. A maioria dos Scottish Terriers com uma dieta completa não precisa de suplementos extra; só deves acrescentar suplementos para articulações, pele ou outros fins com indicação veterinária. Garante água fresca disponível a toda a hora, e limpa a barba do cão depois de ele beber para manter o focinho seco.
Saúde e longevidade
O Scottish Terrier vive tipicamente entre 11 e 13 anos e é geralmente resistente, mas apresenta algumas condições próprias da raça a vigiar.
O Scottish Terrier é, de um modo geral, uma raça pequena e robusta, com uma esperança de vida típica de 11 a 13 anos. Como acontece com muitas raças puras, há um conjunto de condições que surgem com mais frequência na raça, várias delas hereditárias. Comprar de criadores que fazem testes de saúde aos progenitores e manter as consultas veterinárias em dia são as melhores formas de reduzir o risco.
| Condição | Sinais | Nota |
|---|---|---|
| Cãibra do Scottie | Rigidez breve ou arqueamento das costas durante a excitação ou o exercício | Distúrbio de movimento próprio da raça; geralmente ligeiro e sem dor |
| Doença de von Willebrand | Sangramento excessivo por pequenos cortes ou cirurgias | Distúrbio hereditário da coagulação; existe teste genético disponível |
| Cancro da bexiga (carcinoma de células transicionais) | Sangue na urina, esforço para urinar, micção frequente | A raça tem risco aumentado; comunicar cedo qualquer alteração urinária |
| Luxação da rótula | Saltos ou coxeadura intermitentes nas patas traseiras | Comum em raças pequenas; varia entre ligeira e cirúrgica |
| Osteopatia craniomandibular | Inchaço e dor na mandíbula em cachorros jovens | Condição óssea do desenvolvimento, geralmente resolvida na idade adulta |
Cuidados preventivos
- Mantém as vacinas essenciais e o controlo de parasitas em dia
- Marca consultas anuais, passando a duas por ano a partir da idade sénior
- Escova os dentes com regularidade e agenda limpezas dentárias profissionais quando aconselhado
- Vigia o peso, porque quilos a mais sobrecarregam as articulações e as costas
- Comunica de imediato qualquer sangue na urina ou alteração na micção, dado o risco de cancro da bexiga na raça
Educar o Scottish Terrier
O Scottish Terrier é inteligente mas independente e teimoso, por isso aprende melhor com sessões curtas, consistentes e baseadas em recompensas, iniciadas cedo.
O Scottish Terrier é inteligente e aprende depressa quando vê motivo para cooperar, mas a independência e a teimosia significam que não trabalha só para agradar. O treino exige paciência e coerência. Correções duras tendem a torná-lo mais fechado, enquanto regras claras e recompensas trazem resultados muito melhores. Mantém as sessões curtas e variadas, porque um Scottie aborrecido perde o interesse depressa. O chamamento é um desafio à parte assim que o instinto de caça se sobrepõe, por isso a liberdade sem trela deve limitar-se a espaços vedados.
Fundamentos
- Começa a socialização cedo, expondo o cachorro a pessoas, cães e situações do dia a dia
- Ensina primeiro a resposta ao nome e a atenção, antes de introduzir comandos
- Constrói os comandos essenciais um de cada vez: sentar, deitar, ficar e vir
- Pratica o chamamento com trela longa num espaço vedado antes de confiar nele sem trela
- Reforça o comportamento calmo perante visitas, para gerir a desconfiança natural da raça
- Mantém as sessões entre cinco e dez minutos e termina sempre com um sucesso
Reprodução e cuidados com os cachorros
Os Scottish Terriers atingem a maturidade por volta de um a dois anos, têm ninhadas médias de três a cinco cachorros e beneficiam de progenitores testados à saúde.
A reprodução responsável de Scottish Terriers começa com progenitores testados à saúde, já que várias condições da raça são hereditárias. As fêmeas só devem ser cruzadas depois de fisicamente maduras e de terem passado pelos rastreios relevantes, geralmente a partir dos dois anos de idade. A gestação nos cães dura cerca de 63 dias. As ninhadas costumam ser pequenas, e os cachorros recém-nascidos dependem inteiramente da mãe para se aquecerem e alimentarem nas primeiras semanas.
O desmame começa geralmente entre as três e as quatro semanas, à medida que os cachorros passam a comida sólida, e devem ficar com a mãe e os irmãos de ninhada até pelo menos às oito semanas, para aprenderem as primeiras noções sociais. Este período é especialmente importante numa raça que pode ser reservada, por isso os bons criadores pegam nos cachorros com frequência e expõem-nos a sons e situações normais de uma casa. Devido a condições como a doença de von Willebrand e o risco de cancro da bexiga da raça, as decisões de reprodução devem ter em conta os resultados de testes genéticos e o historial de saúde da família, e quem procura um cachorro deve pedir aos criadores essa documentação.
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Maturidade sexual | Cerca de 6 a 12 meses (a reprodução costuma ser adiada até à maturidade) |
| Idade recomendada para reprodução (fêmea) | Cerca de 2 anos, após rastreio de saúde |
| Gestação | Cerca de 63 dias |
| Tamanho médio da ninhada | 3 a 5 cachorros |
| Idade de desmame | Cerca de 6 a 8 semanas |
| Idade mínima para mudar de casa | 8 semanas ou mais |
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O microchip é obrigatório para um Terrier Escocês em Portugal?
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Quanto custa registar um Terrier Escocês?
Nada. O plano vitalício gratuito inclui o perfil, o registo do microchip e todas as atualizações, sem renovações.
Perguntas frequentes
Perguntas comuns sobre o tamanho, o temperamento, os cuidados, a longevidade, a adequação e a disponibilidade do Scottish Terrier.
Qual é o tamanho de um Scottish Terrier?
É uma raça pequena. Os adultos medem cerca de 25 cm (10 polegadas) na cernelha e pesam entre 8,5 e 10 kg (19 a 22 lb).
Como é o temperamento do Scottish Terrier?
Leal, independente, digno, atento e confiante. É afetuoso com a própria família, mas reservado com estranhos, e pode mostrar-se dominante perante outros cães e animais pequenos.
O Scottish Terrier dá muito trabalho?
Os cuidados são moderados mas específicos. A pelagem áspera precisa de escovagem várias vezes por semana e de stripping manual ou tosquia algumas vezes por ano, e o cão precisa de 30 a 60 minutos de exercício diário. A teimosia da raça torna o treino consistente essencial.
Quantos anos vive um Scottish Terrier?
A esperança de vida típica é de 11 a 13 anos, com bons cuidados, alimentação adequada e consultas veterinárias regulares.
O Scottish Terrier é bom para famílias e para viver em apartamento?
Sim, para donos dedicados e casas com crianças mais crescidas, e adapta-se bem a apartamentos. Em casas com animais muito pequenos convém ter cautela, dado o seu forte instinto de caça.
O Scottish Terrier é indicado para quem tem cão pela primeira vez?
Pode ser, mas a independência e a teimosia da raça pedem um dono paciente e coerente. Quem procura um cão sempre pronto a agradar pode achar esta raça mais difícil.
Onde posso adquirir um Scottish Terrier?
É uma raça estabelecida, disponível através de criadores sérios que testam a saúde dos seus cães, e também através de associações de resgate especializadas na raça. Pede sempre documentação de saúde e, se possível, conhece os progenitores.
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